Para donos de imobiliária com 3 ou mais corretores
Como minha imobiliária saiu de R$50 milhões para R$101,7 milhões em 6 meses — com um time que começou o ano com 7 corretores
Aula ao vivo, dia 11 de agosto. Vou abrir a operação inteira: o que eu mudei, na ordem em que mudei, e por que o meu time parou de depender de inspiração para vender.
- 11 de agosto, terça
- 19h30
- Ao vivo no Zoom
- Não fica gravado
- R$27
pendente · foto do Caíque — meio-corpo, olhando para a câmera
Em janeiro deste ano eu tinha um problema que não se resolve contratando mais gente.
No ano anterior a minha imobiliária tinha vendido 30% a mais — e sobrado menos dinheiro no fim do ano.
Eu podia fazer o que todo mundo faz: contratar mais corretor, captar mais imóvel. Já tinha feito as duas coisas antes e sei exatamente onde termina — mais gente para gerenciar, mais cliente mal atendido, e mais lead entrando pela porta e morrendo em silêncio.
Então fiz outra coisa. Virei noites no escritório, processo por processo, procurando onde o dinheiro estava vazando.
O que eu encontrei não foi falta de esforço. Meu time trabalhava. Era outra coisa:
Quase tudo dentro de uma imobiliária depende de alguém lembrar, querer ou julgar.
O corretor lembra de ligar nos primeiros minutos? Quer registrar a visita no fim do dia? Julga sozinho se aquele lead vale a pena?
Isso não é operação. É inspiração.
E inspiração funciona no mês bom. No mês ruim, ela some — e o resultado some junto.
De janeiro a junho a gente vendeu R$101,7 milhões. Foram 87 vendas. O time começou o ano com 7 corretores e terminou com 11.
No semestre anterior tinham sido R$50 milhões.
O mesmo mercado. Praticamente o mesmo time. Um ano de Copa e eleição.
Dia 11 de agosto, às 19h30, eu vou abrir essa operação inteira numa aula ao vivo.
Não foi um método novo. Foi tirar três coisas da vontade das pessoas.
Você provavelmente já assistiu live de guru. Já foi em imersão. Já ouviu falar de processo, de CRM, de gestão.
E provavelmente aconteceu isso: você voltou animado, tentou aplicar na segunda-feira, o time reclamou, e em duas semanas tudo voltou ao que era.
Não foi culpa do conteúdo. Foi porque você mudou o discurso, mas não mudou o que é decidido, o que é recompensado e o que é verificado.
Foi só isso que eu mudei. Três coisas:
1 · Decisão
A decisão sai de quem tem viés. Meu corretor não negocia mais. Ele conduz até arrancar a proposta e passa adiante. Corretor tem peso emocional em cima da venda — quando ele começa a negociar, ele para de buscar a próxima proposta.
2 · Incentivo
Cada comportamento tem consequência amarrada. Meu corretor perde parte da comissão se não entrega a taxa mínima de lead para visita. E perde se não registra a visita.
3 · Verificação
Nada é aceito por relato. A visita é confirmada com o cliente, por uma ligação de 40 segundos pedindo uma nota de 0 a 10.
Não é sobre desconfiar do time. É sobre parar de deixar o resultado depender de inspiração.
É impossível roubar o Banco Central? Não. Mas é difícil. O trabalho da gestão é deixar difícil — e deixar claro que sempre tem alguém conferindo.
Na aula, eu abro cada um dos três. Com número, com print e com o que deu errado no caminho.
- Por que eu tirei a negociação da mão do corretor — e por que essa mudança sozinha pode aparecer na sua taxa de fechamento na semana seguinte. É a mais barata de aplicar: não precisa de sistema, nem de software, nem de contratar ninguém.
- A régua de contato que a gente usa: 16 tentativas por lead. Pelo que eu vejo no mercado, a maioria desiste na terceira. Vou mostrar onde entram as 13 que ninguém faz.
- Os primeiros 5 minutos — a coisa mais simples desta lista, a que mais muda resultado, e a que quase nenhuma imobiliária faz de verdade.
- Como eu confirmo que a visita aconteceu sem CRM caro e sem sistema de rastreamento. Uma ligação e uma pergunta. O efeito colateral disso no comportamento do time é maior do que o dado em si.
- O que aconteceu quando eu passei a descontar comissão de quem não registra visita — inclusive a parte ruim: o time reclamou. Vou contar como isso foi conduzido, porque é aqui que a maioria dos donos desiste.
- Por que “trazer mais imóveis” quase me custou caro. Eu apostei nisso e estava errado. Mais imóvel trouxe mais corretor, mais cliente mal atendido e mais gente passando a perna. Hoje eu decido o que captar antes de captar.
- O onboarding que faz corretor novo vender em 40 dias — em vez dos 4 a 6 meses que é o normal por aí. E por que ele não recebe um único lead antes de cumprir as metas de formação.
- Como a comissão que eu seguro subiu de 3% para 5,5% em média — sem perder negócio para quem cobra menos.
- Os números da operação, abertos: 500 leads por mês, 87 vendas em 6 meses, 1,1% de distrato, uma corretora com 18 vendas no ano. Incluindo o que eu ainda não resolvi.
Vista Livre · janeiro a junho de 2026
R$101,7 mi
em VGV no semestre
87
vendas fechadas
7 → 11
corretores no início e no fim
1,1%
de distrato
Antes: R$50 milhões no semestre anterior.
pendente · print do relatório de VGV jan–jun/2026, nomes tarjados — bloqueia a publicação
Não vendo alto padrão. Vendo imóvel usado, de terceiro, na Zona Oeste e na Zona Sul de São Paulo — com ticket médio de R$1,17 milhão, e negócios que vão de R$600 mil a R$4 milhões. Se o seu mercado é outro, o número muda. O que não muda é o que faz o time entregar.
Quem está na aula
Caíque Maia
Dono da Vista Livre, a imobiliária de onde saem todos os números desta página. Conduz a aula.
pendente · anos de mercado · VGV de carreira · formações
Leandro Cabral
Sócio na 3ops, responsável pela parte de tecnologia e IA. Entra num bloco curto sobre como transformar isso em rotina que não depende de você cobrando todo dia.
pendente · uma linha de posicionamento
Esta aula é para você se:
- Tem 3 corretores ou mais
- Fecha pelo menos 3 a 5 vendas por mês
- Fatura acima de R$40 mil por mês
- Ainda vende pessoalmente — e sabe que isso é um problema
Não é para você se:
- Trabalha só com locação
- É corretor autônomo, sem equipe
- Está começando agora, sem operação rodando
- Quer motivação. Isto aqui é operação: processo, número e o que fazer na segunda-feira
Prefiro perder sua inscrição a ter você numa sala onde nada se aplica.
Dia 11 de agosto, 19h30. Ao vivo. R$27.
Por que R$27 e não de graça: aula gratuita enche de curioso e esvazia na hora. Vinte e sete reais não paga nem o tráfego que te trouxe aqui — serve só para garantir que quem entra na sala é dono de imobiliária que veio trabalhar.
Não fica gravado. Não é escassez de marketing: quem não estiver ao vivo não vai ver.
Sua inscrição dá direito a:
- 2 horas ao vivo com o Caíque, com espaço para perguntas no fim
- Os três controles abertos, com os números reais da operação
- Crédito integral dos R$27 se você entrar no programa depois
Vagas limitadas pelo formato: sala fechada, com perguntas ao vivo.
Perguntas
“Isso é uma aula ou um pitch?”
As duas coisas, e prefiro dizer agora. São 2 horas de operação aberta e, no fim, eu falo por alguns minutos sobre o programa que a gente toca. Se você sair só com os três controles e nunca mais falar comigo, a aula pagou os R$27 muitas vezes.
“Fica gravado?”
Não. Quem não estiver ao vivo não vai ver.
“Preciso ter CRM?”
Não. Boa parte do que eu vou mostrar funciona em planilha. O que não funciona é depender da memória do corretor.
“Minha imobiliária é pequena, serve?”
A partir de 3 corretores e 3 vendas por mês, serve. Abaixo disso o problema é outro, e eu não ia conseguir te ajudar de verdade.
“Trabalho com lançamento, não com usado.”
Serve. O time que eu trouxe de construtora foi o que mais rendeu aqui — a venda de lançamento é mais simples que a minha.
“Vai ter conteúdo ou é só história?”
Vai ter número, print de operação e o que fazer na segunda-feira. E também o que deu errado — porque essa parte é a que ninguém conta.
P.S. — O ano em que eu vendi 30% a mais e lucrei menos foi o ano em que eu entendi que o problema não era volume. Se a sua imobiliária está vendendo e mesmo assim não sobra, ou se você olha para o seu melhor corretor e pensa “se ele sair, eu me complico” — é sobre isso que eu vou falar dia 11.